Dafra Motos Outlook Express - Códigos de erro
Mar 26

É de fundamental importância para uma empresa que presta serviço de e-mail marketing ou até mesmo para um provedor de serviços de e-mail que haja uma Política Anti-SPAM bem clara e definida para seus usuários/clientes. Nela, a empresa esclarece ao usuário como ele deve captar seus endereços de e-mail para a formação de um mailing, quais os riscos que ele pode sofrer caso a mensagem que ele envia seja classifcada como SPAM. Quando eu era Analista Anti-SPAM na LocaWeb, tínhamos ciência da problématica do SPAM e uma das minhas atribuições era politizar e, principalmente, conscientizar os clientes sobre esta questão. Havia uma Política Anti-SPAM bem clara e todos os clientes já concordavam em aceitá-la no momento da contratação do serviço. Não muito difícil, éramos notificados por algum organismo anti-spam, tal como Spamcop e aí tínhamos que intervir. Na época, a intervenção acontecia da seguinte forma :

  1. Advertir o cliente via chamado sobre a notificação;
  2. Suspender temporariamente o serviço do cliente em nova reincidência;
  3. Suspender definitivamente o serviço do cliente na insistência da prática do SPAM.

É claro que havia uma tabela de pontuação até o cliente atingir o limite, mas devido ao custo do e-mail marketing ser muito atrativo para que empresas divulguem seus serviços (no caso do SPAMMER esse valor pode chegar a ZERO caso ele adquira lista de e-mails de terceiros), logo, o provedor tinha que se mexer para tomar as suas devidas providências. Como o serviço de e-mail é compartilhado, ou seja, um servidor de e-mail serve centenas de clientes, a ação preventiva teria que ser tomada, para o bem dos demais clientes que também desfrutavam do serviço.

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