Out 28

O “calcanhar de Aquiles” de qualquer profissional de e-mail marketing é saber planejar uma ação que atinja uma ótima taxa de abertura de email e clique, e para que isto ocorra é muito importante saber confeccionar uma peça que atenda aos critérios dos filtros anti-spam existentes, tais como SpamAssassin, Barracuda entre outros.

Neste caso específico, vamos analisar a última mensagem enviada pela Philips há algumas semanas. Seguindo o lema “Sense and Simplicity” da companhia, pode-se perceber que a relação entre texto/imagem é ótima. Há um equilíbrio entre estes dois fatores (um grande erro praticado pela maioria das agências é criar uma peça totalmente em imagem), e ao realizar a prova do SpamAssassin para se obter a pontuação de spam (de 0 a 5), o valor obtido foi 1,5 (considerando-se apenas a análise do código HTML), o que é uma ótima média.

Muitos clientes justificam a identidade visual e o baixo custo para se produzir peças somente em imagem, entretanto, deveriam repensar, pois neste caso específico, a identidade visual da campanha neste email foi preservada. De nada adianta disparar uma campanha utilizando uma mensagem com alto índice de spam alegando menor gasto, pois desta forma a estratégia idealizada inicialmente poderá ter resultados insatisfatórios no futuro.

Set 03

Uma das pragas que mais se disseminam na internet chama-se SPAM, ou e-mail não-solicitado. Recentemente, a McAfee divulgou um relatório classificando o Brasil como um dos cinco maiores emissores de email deste tipo do mundo. Aonde isto pode nos levar ?

Qual a origem do termo “SPAM” ?

O termo SPAM surgiu no seriado Monty Python. Em um episódio da série, um garçom oferece um pedaço de presunto de marca SPAM a um cliente milhares de vezes. A partir daí o envio de mensagens não-solicitadas na rede mundial passou a ser rotulada como SPAM.

O Senado já aprovou o Projeto de Lei PL21, de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que pune os SPAMMERS (aqueles que enviam mensagens indesejadas). É um grande passo para racionalizarmos o uso do e-mail, mas devemos também nos conscientar sobre como nos relacionamos com remetentes, pois em muitos casos mal sabemos quem envia emails e, mesmo assim, interagimos nestas mensagens.

Uma das formas de nos proteger contra isto é denunciar o remetente a um organismo anti-SPAM, como por exemplo o SPAMCOP. No site, podemos criar uma conta e informá-lo através de um formulário o conteúdo da mensagem que recebemos sem o nosso consentimento, que o próprio portal identificará o IP do remetente e o publicará em uma lista-negra (blacklist), utilizada por milhares de administradores de e-mail espalhados pelo mundo.

Portanto, não basta que o Poder Público tome a sua medida, mas também nós, que devemos nos habituar de forma diferente quando fornecemos o endereço de e-mail para outros.

Ago 13

O E-mail Marketing é uma prática muito utilizada por empresas que pretendem divulgar produtos e serviços através do e-mail. Normalmente, ele é executado através de uma aplicação no formato ASP (Application Service Provider) utilizando servidores dedicados tanto na plataforma Linux quanto Windows, e o seu acesso é feito pelo browser, utilizando um login e senha fornecido pelo administrador da ferramenta. A grande vantagem deste tipo de prática é a mensuração do resultado das campanhas de e-mail marketing enviadas, pois a partir delas os responsáveis pela área de marketing das empresas podem elaborar novas estratégias.

O primeiro passo para se elaborar uma campanha deste tipo é obter a base de e-mails que será atingida pelo e-mail marketing, e este é um dos pontos mais críticos, pois nela todas as pessoas contidas devem ter o consentimento prévio (opt-in) de receber os seus e-mails (também chamados de newsletters). Caso um endereço de e-mail seja inserido na base sem o conhecimento do proprietário, ele poderá denunciar os números IP de seu servidor a um organismo Anti-SPAM como o Spamcop e, consequentemente, serem bloqueados pelos servidores dos destinatários.

O segundo passo seria a confecção do e-mail a ser enviado. Uma peça de e-mail marketing deve ser adequada às chamadas “boas práticas”, senão corre o risco ser recusada ou depositada em pastas do tipo “SPAM” ou “Lixo Eletrônico” dos principais webmails do mercado (Hotmail, Yahoo!, Gmail entre outros). A VIRID, empresa que atua no ramo de e-mail marketing e que desenvolve a ferramenta Virtual Target, publica em seu site dicas sobre como desenvolver templates dentro deste tipo de critério.

Feito isso, a campanha de e-mail marketing já pode ser colocada em prática, contudo, atente-se aos relatórios que estas ferramentas oferecem. Toda ação deste tipo deve prever uma mensuração, senão, torna-se apenas um envio de e-mail em massa. Basicamente, um relatório de e-mail marketing deve conter : quantidade de e-mails enviados, entregues, inválidos, lidos, clicados e removidos (opt-out). Outras informações podem ser oferecidas, mas isto é o mínimo que a sua ferramenta deve lhe oferecer.

Portanto, o e-mail marketing nos dias atuais é uma prática quase que obrigatória nos planos de ação dos responsáveis pelo departamento de marketing nas empresas, pois permitem que as relações B2B e B2C sejam cada vez mais estreitadas.

Abr 09

“Spamtraps” são endereços de e-mail criados por alguns ISP’s com o intuito de caçar spammers pela rede, ou seja, eles criam endereços de e-mail que não pertencem a nenhuma pessoa e monitoram a entrega de mensagens para estas contas. Caso alguma mensagem seja entregue para alguma destas contas, os ISP’s identificam o remetente desta mensagem e o inclueo em sua lista de SPAM.

Por este motivo, é muito importante para quem realiza disparos de e-mail marketing, que o sistema de envio utilizado realize, periodicamente, a higienização da base para evitar que determinados endereços de e-mail sejam inseridos e classificados como “spamtraps” pelos ISP’s.

Veja mais detalhes acessando este link (em inglês).

Mar 26

É de fundamental importância para uma empresa que presta serviço de e-mail marketing ou até mesmo para um provedor de serviços de e-mail que haja uma Política Anti-SPAM bem clara e definida para seus usuários/clientes. Nela, a empresa esclarece ao usuário como ele deve captar seus endereços de e-mail para a formação de um mailing, quais os riscos que ele pode sofrer caso a mensagem que ele envia seja classifcada como SPAM. Quando eu era Analista Anti-SPAM na LocaWeb, tínhamos ciência da problématica do SPAM e uma das minhas atribuições era politizar e, principalmente, conscientizar os clientes sobre esta questão. Havia uma Política Anti-SPAM bem clara e todos os clientes já concordavam em aceitá-la no momento da contratação do serviço. Não muito difícil, éramos notificados por algum organismo anti-spam, tal como Spamcop e aí tínhamos que intervir. Na época, a intervenção acontecia da seguinte forma :

  1. Advertir o cliente via chamado sobre a notificação;
  2. Suspender temporariamente o serviço do cliente em nova reincidência;
  3. Suspender definitivamente o serviço do cliente na insistência da prática do SPAM.

É claro que havia uma tabela de pontuação até o cliente atingir o limite, mas devido ao custo do e-mail marketing ser muito atrativo para que empresas divulguem seus serviços (no caso do SPAMMER esse valor pode chegar a ZERO caso ele adquira lista de e-mails de terceiros), logo, o provedor tinha que se mexer para tomar as suas devidas providências. Como o serviço de e-mail é compartilhado, ou seja, um servidor de e-mail serve centenas de clientes, a ação preventiva teria que ser tomada, para o bem dos demais clientes que também desfrutavam do serviço.

Mar 23

O escopo deste blog é discutir assuntos correlatos a e-mail, desde as tecnologias mais utilizadas bem como suas mais diversas finalidades.

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